Todas são iguais, eu espero você me chamar porque sei que seu final de semana não foi o que você esperava, sei que sentiu saudades de mim, talvez lembrou das vezes que discutimos coisas sem importancia, ou dos depoimentos enormes que eu deixava no seu orkut te chingando e dizendo o quanto eu te odiava.
Eu sei, que você pode ter tentado me tirar da cabeça enquanto olhava pra aquela mulher fácil, ou aquele mais gostosa que você faz questão de me dizer que não "pegou" porque não quis. Não quis porque ela não era eu, ela não olhava nos teus olhos, não te fazia se sentir o melhor homem do mundo, não sabia de quem se tratava e do quanto você fazia alguém feliz simplesmente porque existia.
Não quis, porque ela poderia ser a mulher mais gostosa da festa, mas não te fazia sentir o cara mais gostoso do mundo.
Não quis, porque ela não perderia seu tempo criando assuntos em comum com você, nem discutiria os centimetros que seus braços incharam depois de 5 anos na academia.
Ela não sabe como seu cabelo era feio, como você era sem graça, e como é sua voz depois de uma noite toda sem dormir...
Ela não lembra das suas queimaduras daquele verão... Não sabe que seus joelhos são problemáticos e doem quando se esforçam demais...
Ela não sabe o qão triste era ver você saindo naquela porta sem saber se ainda voltaria, mas sempre voltava...
Voltava porque não tinha o que fazer naquela tarde, ou porque o final de semana não tinha sido como você esperava.. E eu? Eu estava lá toda segunda, esperando você me chamar... Mesmo que fosse pra falar das "gostosas" que você não quis pegar naquela festa.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Não é amor, nunca foi... Não é porque eu curto seu cabelo, seus pensamentos, suas conversas e sua safadesas que é amor... Não é porque eu curto suas gengivas aparecendo quando você ri e aquela sua marca de nascença no se braço direito, que é amor... E não é porque nossos números são parecidos, ou porque te dou apelidos carinhosos, ou porque penso em você quando acordo e quando vou dormir...
não é porque adoro seus ombros largos e seu corpo branco com aquelas marquinhas... E nem porque você veste vermelho quando eu visto, ou porque você tem toalhas rosas e creme de mão no carro... E eu gosto da sua sinceridade que faz doer, gosto da sua clareza misturada com a minha mania de rir e ironizar tudo... Rio da sua modéstia, do seu senso de humor barato, das suas habilidades na cozinha, admiro seu gosto por livros, por roupas e perfumes e sinto vontade de chorar quando penso naquele ser tão vazio...
Eu conheço cada centímetro seu... Sou capaz de descreve-lo minunciosamente... Eu gosto do seu maxilar destacado, das suas mãos delicadas e dos seus joelhos engraçados... Eu sinto o cheiro do seu cabelo e o gosto da sua nuca... E em meio a milhões de pessoas eu com a minha miopia consigo te identificar facilmente... E isso não quer dizer que seja amor... Não é amor achar graça nos seus adidas inseparáveis, e curtir aquelas músicas das bandas emo que você curte... E se for amor eu quero que deixe de existir como as coisas que deixaram de acontecer naquele apartamento vazio... As palavras que não foram ditas por não querer que fossem de verdade... Não era e não é... amor...
não é porque adoro seus ombros largos e seu corpo branco com aquelas marquinhas... E nem porque você veste vermelho quando eu visto, ou porque você tem toalhas rosas e creme de mão no carro... E eu gosto da sua sinceridade que faz doer, gosto da sua clareza misturada com a minha mania de rir e ironizar tudo... Rio da sua modéstia, do seu senso de humor barato, das suas habilidades na cozinha, admiro seu gosto por livros, por roupas e perfumes e sinto vontade de chorar quando penso naquele ser tão vazio...
Eu conheço cada centímetro seu... Sou capaz de descreve-lo minunciosamente... Eu gosto do seu maxilar destacado, das suas mãos delicadas e dos seus joelhos engraçados... Eu sinto o cheiro do seu cabelo e o gosto da sua nuca... E em meio a milhões de pessoas eu com a minha miopia consigo te identificar facilmente... E isso não quer dizer que seja amor... Não é amor achar graça nos seus adidas inseparáveis, e curtir aquelas músicas das bandas emo que você curte... E se for amor eu quero que deixe de existir como as coisas que deixaram de acontecer naquele apartamento vazio... As palavras que não foram ditas por não querer que fossem de verdade... Não era e não é... amor...
Eu escolhi te esquecer, sim escolhi... Você está longe, eu estou longe... Tudo sob controle, já nem lembrava mais como era o seu cabelo se não fosse aquele dia em pensei ter te visto em um lugar nada a ver...
E também não era você atravessando a rua, muito menos na fila do banco...
Não era seu número aquele que me ligou naquele domingo chuvoso e não era o seu carro estacionado na frente daquele prédio... Sim... sinto você saindo de mim, é como nunca estivessemos juntos... Nunca estivemos próximos, nunca existiu aquele silêncio seguido de um "OI" e um "Tudo bem" pronunciado na mesma hora em que eu falava "tudo bem"... Nunca rimos das situações passadas, nunca perdi meu tempo te assitindo trabalhar, nem se quer fiquei implorando que o celular tocasse naquela segunda, terça, quarta, quinta- feira... Não rimos juntos as sextas-feiras, nem reclamamos do silêncio entre nós...
Nada existiu, o meu mundo aqui é lindo... Tenho pretendentes inteligentes, vou a lugares legais, e tudo está dando certo, vou poder te provar que você estava errado, não você nunca esteve errado... Estou feliz na minha injusta mais alegre tristeza...
E piscando os olhos eu me vejo acordando e tudo era um sonho e você está aqui novamente..
E eu me sentindo idiota por achar que você não existia, você sempre existiu na minha essencia, porque ser você é ser eu.. e ser eu é complicado... Eu não sei o que é o amor... Eu não sei o que é amar alguém imperfeito, modesto... E você chega e me faz sentir aquele cheiro doce que é te ter...
E em meio da clareza e da certeza que só eu tenho, eu me descubro perdida... E você me desperta nas atitudes mais idiotas que já imaginei... Eu canso de inventar mundos legais e volto pra aquele velho tempo, onde o absurdo é pensar que um dia eu vou entender...
E também não era você atravessando a rua, muito menos na fila do banco...
Não era seu número aquele que me ligou naquele domingo chuvoso e não era o seu carro estacionado na frente daquele prédio... Sim... sinto você saindo de mim, é como nunca estivessemos juntos... Nunca estivemos próximos, nunca existiu aquele silêncio seguido de um "OI" e um "Tudo bem" pronunciado na mesma hora em que eu falava "tudo bem"... Nunca rimos das situações passadas, nunca perdi meu tempo te assitindo trabalhar, nem se quer fiquei implorando que o celular tocasse naquela segunda, terça, quarta, quinta- feira... Não rimos juntos as sextas-feiras, nem reclamamos do silêncio entre nós...
Nada existiu, o meu mundo aqui é lindo... Tenho pretendentes inteligentes, vou a lugares legais, e tudo está dando certo, vou poder te provar que você estava errado, não você nunca esteve errado... Estou feliz na minha injusta mais alegre tristeza...
E piscando os olhos eu me vejo acordando e tudo era um sonho e você está aqui novamente..
E eu me sentindo idiota por achar que você não existia, você sempre existiu na minha essencia, porque ser você é ser eu.. e ser eu é complicado... Eu não sei o que é o amor... Eu não sei o que é amar alguém imperfeito, modesto... E você chega e me faz sentir aquele cheiro doce que é te ter...
E em meio da clareza e da certeza que só eu tenho, eu me descubro perdida... E você me desperta nas atitudes mais idiotas que já imaginei... Eu canso de inventar mundos legais e volto pra aquele velho tempo, onde o absurdo é pensar que um dia eu vou entender...
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